Categoria: Zelo de Fisio

Todos os dias recebo no meu consultório reclamações de flacidez, principalmente no abdome depois de um ou mais partos. Depois do parto acontece a famosa diástase do músculo reto abdominal, esse que forma essa paredinha ai na sua barriga.

Antes do parto, quando nao há excesso de peso, o abdome mesmo “molinho” faz uma parede que recobre as vísceras e é o responsável em te ajudar a manter essa postura bonita e ereta.
Depois do parto ou devido a obesidade, tanto a pele quanto os músculos e ligamentos sofrem uma distensão, ou seja, se alargam e na maioria dos casos nao voltam a ser como antes, ocasionando a temida flacidez muscular e na pele.

Alimentação inadequada, sedentarismo, hereditariedade, fatores hormonais, alterações mecânicas como excesso de peso e gravidez entre outros, além do envelhecimento, favorecem o surgimento da flacidez nas mulheres. A cada década de vida, a produção das proteínas de sustentação da pele, como o colágeno e a elastina vão caindo drasticamente, principalmente após os 35 anos, desestruturado fibras elásticas e colágenas.

A Radiofrequência é um método ainda jovem e necessita de mais estudo, porém é o procedimento que trata a flacidez da pele com sucesso segundo estudos e de acordo com a experiência de grandes profissionais. A radiofrequência acontece quando ondas eletromagnéticas, por corrente alternada, gera calor profundo em contato com a pele.

O calor gerado pela radiofrequência chega ao tecido mais profundo, gerando energia e calor e a superfície da pele fica resfriada e protegida, proporcionando contração das fibras colágenas existentes e estimulando a formação de novas fibras e o colágeno então melhora a sustentação da pele.

A Radiofrequência quando provoca a elevação da temperatura, vasodilata o local que está sendo tratado, estimulando o aporte de nutrientes e oxigênio, acelerando a eliminação das toxinas. A temperatura fica entre 40°C e 45°C na parede interna, sem nenhuma queimadura na parede externa. E então começa uma cascata de defesa do organismo, inicialmente vasoconstrição e diminuição da circulação; depois com o aumento da temperatura a atividade celular também aumenta e o tecido colagenoso começa a se alongar e se estender e assim se formar.

Há necessidade de repetir as aplicações. A radiofrequência promove a reconstrução do colágeno a cada aplicação.

Segundos alguns estudos a radiofrequência é uma técnica importantíssima para melhora da flacidez.

Normalmente a necessidade é de 10 sessões no mínimo uma vez por semana ou de 15/15 dias para um resultado satisfatório, além de exercícios físicos e dieta saudável.

Qualidade na alimentação e exercícios podem prevenir que a flacidez tanto muscular e na pele se instale. Portanto se cuide.

Mas se vc tem filhos e existe excesso de pele no abdome ou a barriga está “molinha”, com efeito gelatina, há necessidade de disciplina na alimentação para favorecer a síntese de colágeno, nos exercícios para fortalecer os músculos e claro, estímulo de colágeno na pele com a radiofrequência.

Aguardo vocês para uma avaliação!

 

Dra. Paula Rosane Lima,
Fisioterapeuta especialista em
Reabilitação Neurológica,
Reabilitação Cardiopulmonar e
Fisioterapia Dermatofuncional
Crefito: 192291-F
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Em 2014 durante os atendimentos no CRER, em Goiânia, recebi um adolescente de 14 anos para tratar os déficits de equilíbrio. E o diagnóstico médico era uma AVE ( acidente vascular encefálico) num garoto de 14 anos. O menino não foi vítima do AVE somente uma vez, mas 3 crises acometeram estruturas cerebrais importantes. O garoto teve o equilíbrio prejudicado e ainda sentia dores de cabeça. Estava se recuperando de uma hemiplegia mas o equilíbrio ainda não respondia bem a reabilitação neurológica.

Confesso que fiquei intrigada e decidi fazer uma revisão epidemiológica sobre o AVE em crianças.

O acidente vascular encefálico (AVE) na infância apesar de raro é uma das principais causas capazes de produzir doenças e sequelas permanentes como hemiparesia (perda parcial da mobilidade) e paralisia cerebral hemiparética.

Com uma diversidade de fatores de risco e inúmeros sintomas, ainda se encontra com grande necessidade de estudo devido a demora em se fazer o diagnóstico no atendimento médico, apesar das baixas taxas de mortalidade. O AVE traz além de consequências físicas, profundo efeito ao longo do tempo sobre o intelecto, comportamento, funcionamento psicossocial como também na qualidade de vida.

A taxa de retorno de um AVE infantil é cerca de 3% caso não haja estratégias de prevenção.

Podem ser divididos em AVE fetal (14ª semana de gestação e o parto), AVE pré-natal (entre a 28ª semana de gestação e os 7 dias de vida), neonatal (primeiro mês de vida) e infantil (após 1 mês de idade até 18 anos de vida).

Alguns sintomas imitam um AVE pediátrico como tumor cerebral, lesões cerebrais estruturais, enxaqueca, hemiplegia (paralisia de uma lado do corpo) alternada, hipertensão intracraniana idiopática (sem causa aparente), encefalomielite, condições musculoesqueléticas, trauma não acidental, drogas e condições psicogênicas.

AVE na infância possui causas ainda desconhecidas, pedem mais investigação e conhecimento dos fatores etiológicos que afeta crianças na faixa etária de 29 dias até 18 anos, apresentando alta morbidade.

A gestação devido desnutrição além de uso de drogas, pode ser uma das maiores causas do AVE infantil além das cardiopatias no bebê, infecções como varicela, malformação arteriovenosa cerebral, placenta com focos de trombose e AIDS transmitida da mãe para o bebê.

É uma importante causa de morte e de alta incapacidade neurológica em crianças. Acontece em cerca de 55% dos casos nas crianças nos adultos pode ocorrer em 85%.

O neonato possui maior risco de AVE comparando com outras faixas etárias. É a maior causa de morte em crianças nos EUA por ter alto risco de mortalidade e a segunda maior causa de morte no mundo. Tem como sintomas convulsões, hemiparesia, dor de cabeça, tontura e distúrbios visuais. Crianças mais velhas apresentam anormalidades na fala, no visual, no sensorial e coordenação. O AVE neonatal é a mais importante causa de morbidade e deficiência no desenvolvimento neurológico do bebê.

O AVE tem maior incidência nas crianças entre as idades de 2 a 9 anos de vida, com uma média de idade de 13,8 anos. Autores relatam que o maior risco para o AVE está nos primeiros 30 dias de vida.

Caso queira saber um pouco mais sobre o assunto acesse o link abaixo e tenha o artigo na íntegra para ler.

www.ceafi.com.br/biblioteca/epidemiol

Dra. Paula Rosane Lima,
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Criolipólise funciona?

O trabalho da Criolipólise é interessante: “mata” as células de gordura por inflamação do tecido adiposo.

Minhas pacientes chegam a perder 5 cm de cintura 8 cm de abdome inferior e flancos em uma única sessão!! Claro que não é só a criolipólise, o tratamento exige disciplina: dieta balanceada, exercícios físicos e o trabalho dermatofuncional da fisioterapia.

Como acontece a Criolipólise?
Ao longo de 2 meses as células de gordura morrem por cristalização devido o congelamento que em alguns aparelhos é de 50 min.

O congelamento intenso e controlado da gordura destrói as células de gordura. O resfriamento controlado age destruindo as células adiposas mais
sensíveis ao frio e não causa prejuízos a nervos, músculos e estruturas próximas. O que acontece de fato é a morte da célula de gordura.
A manopla que se parece um copo aplicador congela a área a ser tratada e a membrana celular que recobre o adipócito é danificada e ela entra em morte programada, a apoptose, num período de seis a oito semanas. Entra em ação o sistema linfático são atraídas pela apoptose e acabam eliminando a gordura degradada entre seis e oito semanas seguintes. Essa gordura é liberada lentamente pelo sistema linfático e metabolizada no fígado, não compromentendo seu funcionamento e a gordura é eliminada de forma natural e lentamente. A resposta pode vir em até 2 meses, após a primeira sessão. O intervalo fica dentro desse tempo de espera de 2 meses.

A criolipólise não é um tratamento para sobrepeso ou obesidade. O aparelho puxa, por sucção, segura a gordura dentro de uma manopla, congelando até 15 graus negativos por mais ou menos 50 minutos. A sucção e o congelament não afetam a epiderme ou outros órgãos. A pele é coberta por uma manta com ativos específicos que vão proteger a pele para não se queimar durante o congelamento e também auxiliar o próprio congelamento.

O procedimento não é invasivo, ou seja, não tem cortes nem sangramento, então o paciente pode retomar a rotina logo após o tratamento.

Um detalhe importante é que a resposta vem de acordo com seus cuidados e normalmente um protocolo pós criolipólise é sugerido.

A gordura localizada é o acumulada em áreas resistentes a dietas alimentares e exercícios físicos e estão ligadas ao número de adipócitos. As células gordurosas possuem capacidade de aumentar e diminuir de volume de acordo com a maior ou menor quantidade de gordura absorvida no seu interior segundo estudiosos. Fatores genéticos com certeza desencadeiam o acúmulo maior ou menor de gordura em regiões localizadas além de mal hábito alimentar que também pode desencadear a obesidade.

Sem dúvida que exercícios e dietas balanceadas têm condições de propiciar emagrecimento. Os cuidados no pós crio correspondem a melhora significativa da alimentação, tornando- a mais saudável possível evitando o que pode auxiliar em novo depósito de células de gordura em regiões localizadas. Também é necessário que se intensifique exercícios físicos nessa fase, para auxiliar o gasto energético e assim a redução de gordura local.

Ainda no pós crio, se for possível pode ser realizado lipocavitação com drenagem linfática ou criofrequência e carboxiterapia (entre outros) para intensificar a redução de gordura local.

A Criolipólise é o método de redução de gordura localizada do momento. Muito tem se falado, mas pouco se conhece sobre o assunto. O método nao é milagre, é tratamento associado a disciplina nos exercícios físicos e alimentação. Ele sozinho pode funcionar, mas a melhor resposta vem com métodos associados e disciplina.

Dra. Paula Rosane Lima,
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Meu filho(a) tem microcefalia…

Vamos conversar sobre a Microcefalia.

A Microcefalia indica uma condição neurológica rara na qual a cabeça e o cérebro da criança são significativamente menores do que de outras crianças da mesma idade.

Isso implica que o desenvolvimento cerebral da criança bem como desenvolvimento cognitivo e motor também apresentarão alterações. O cérebro não cresce o suficiente durante a gestação ou após o nascimento. O diagnóstico acontece no início da vida e as alterações serão perceptíveis nos primeiros meses de vida ou quando a mãe observa que a cabeça de seu bebê é menor do que a de outras crianças da mesma idade ou então a cabeça não está crescendo como deveria. As causas são desde fatores ambientais, a fatores genéticos e um deles é o vírus Zika.

O desenvolvimento motor de uma criança com microcefalia pode pedir auxílio para sentar, rolar, engatinhar, andar. É uma criança especial, que merece muito mais atenção e amor.

A fisioterapia irá realizar a estimulação precoce, tendo papel fundamental e de extrema importância no desenvolvimento da criança. É a fisioterapia quem vai auxiliar a manter o bem-estar e a qualidade de vida dessa criança proporcionando muitas vezes mobilidade uma vez que os movimentos podem não ser independentes.

A Fisioterapia neurológica irá proporcionar melhor mobilidade articular e menor deformidade articular; irá proporcionar músculos com tônus adequado; fará com que as funções pulmonares mantenha-se em ordem e buscará mobilidade adequada à criança especial, podendo trazer em alguns casos, independência. A visão e a audição também devem ser estimuladas com o profissional adequado caso haja necessidade.

Quanto mais estímulos forem dados, quanto mais exercícios forem realizados buscando função o mais cedo possível, maior será o desenvolvimento da criança. E poderão ter melhor convívio com outras crianças e com a sociedade. A intenção é gerar habilidades e capacidades que elas podem não desenvolver sozinhas.

Os pais também terão grande participação no desenvolvimento do bebê,  o estímulo dado em casa com amor e dedicação irá impedir o desenvolvimento de graves problemas de saúde. A cada passo de crescimento do bebê,  quanto mais cedo o estímulo for iniciado, maiores serão as vitórias da criança e da família.

Caso você tenha em casa uma criança especial que necessite de estímulos para melhor desenvolver, entre em contato comigo para que eu te ajude!

 

Abraços, até a próxima semana!

Dra. Paula Rosane Lima,
Fisioterapeuta especialista em Reabilitação Neurológica, Reabilitação Cardiopulmonar e Fisioterapia Dermatofuncional
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Minha pele manchou depois da gestação…

Há anos atendo mulheres chateadas com a pele depois da gravidez. A reclamação é sempre a mesma ressaltando uma pele manchada após a gestação, sem viçosidade. E a alto estima da mulher muitas vezes também está baixa…

Nos meus atendimentos vejo que as manchas surgem na testa, ao redor dos olhos ou nas bochechas, são mais escuras e dão a mulher um sensação de pele envelhecida. Em alguns casos consigo excelentes respostas!

O que vocês já devem ter percebido é que as manchas não saem mas podemos ameniza-las. Uma pele propícia a manchas, sempre terá manchas, mas podemos mantê-la sob ação de ativos que irão deixá-la linda, com o tom uniforme e viva.

Claro que os cuidados com essa pele devem ser redobrados e sempre digo que o sol deve ser evitado! Normalmente, após exposição solar, as manchas voltam com mais força, mais vivas e mais resistentes. E manter a pele longe da ação de raios solares não é difícil, basta usar uma quantidade generosa de filtro solar, e retocar todas as vezes que o rosto for lavado com água de mar ou da piscina. Não podemos confiar que o produto não sai na água, mesmo com a promessa de grandes marcas. E importante ter o cuidado e a precaução de retocar o filtro solar.

Se você não tem manchas, habitua-te ao uso de filtro solar antes, durante e depois da gestação, buscando prevenir possíveis melasmas.

As manchas, os famosos melasmas gravídicos, ou cloasmas gravídicos, são hiperpigmentações na pele após gravidez ou após uso de anticoncepcionais.

Além dessas razões que são extrínsecos, externos, há também a ação de fatores intrínsecos, internos, como alterações no próprio organismo, nas funções da pele que podem desencadear os temíveis melasmas.

No caso abaixo, a queixa da paciente era a mancha na testa. Houve diferença no tom da pele e ela me relatou que na praia, fez uso de uma pomada sobre o melasma juntamente com o filtro solar.

Neste segundo caso também consegui uniformizar o tom da pele e a mancha na testa ficou clara.

Há manchas em todo rosto, porém o tom da pele ficou mais uniforme e harmonioso.

Existem produtos no mercado e cosmético que podem trazer grandes melhoras na pele, mas é necessário disciplina nos cuidados da pele com manchas.

Se você pretende ser mãe ou já está grávida, faça uso de algum bom produto que tenha Vitamina C na composição e use proteção solar regularmente, retocando a cada 3 horas. Temos também a opção do pó compacto com filtro solar que alem de proteger, ajuda na aparência da pele.

Esse hábito será precioso para manter a pele bonita e deixa-la longe da ação de raios solares na fase gestacional e após a gestação.

Os ácidos são de grande ajuda, mas antes de usa-los e importante que um profissional avalie sua pele.

Existem também tratamentos com laser, peelings e cremes clareadores!

Tenha prudência com os cremes que você utiliza, leia com atenção a bula de qualquer cosmético ou produto manipulado.

Ressalto que o uso de ácidos só pode ser feito após a gestação e amamentação, e devem ser usados com cautela. O uso indevido pode deixar as manchas mais resistentes, impedindo a ação de ácidos mais leves, rejuvenescedores e antioxidantes.

O melasma não tem cura, mas tem controle.

A ajuda de um profissional é de extrema importância!

Abraços

Dra. Paula Rosane
Fisioterapeuta especialista em reabilitação Neurológica; Reabilitação Cardio-pulmonar e Fisioterapia Dermato-funcional.
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Como fisioterapeuta, por diversas vezes sou chamada para resolver quadros simples em que o estímulo é totalmente necessário. A criança não cresce, não engorda, pode haver um quadro patológico simples e remediável e nesses casos o desenvolvimento motor esta atrasado.

Me lembro da situação de uma bebê que com 11 meses o pediatra alertou a mãe dizendo que ela já deveria estar engatinhando ou se preparando para andar. Ela havia crescido apenas 0,50 cm em 2 meses e engordado apenas 200g. Em outro caso a bebê de apenas 10 meses tinha uma síndrome rara mas em situação leve e o alerta do pediatra foi duro, alegando que a criança precisava de fisioterapia para estimular ainda mais o crescimento.

Numa outra situação a criança apresentava um tumor na cabeça, a visão estava desordenada e o crescimento atrasado.

Em cada um desses quadros minha ação foi simples: estimular o desenvolvimento!

A criança passou a rolar, sentar, comer melhor devido gasto energético, dormir melhor devido o cansaço provocado, ficar de pé no bercinho, engatinhar com mais agilidade e presteza e começar a andar mais rápido. Claro que cada caso teve seu tempo de resposta. As crianças desenvolveram, ganharam peso, eu as deixei correndo e brincando pela casa, cada vez mais saudáveis e com o desenvolvimento motor de acordo com a idade.

O desenvolvimento motor em crianças é um mecanismo fisiológico e natural quando não existe uma patologia. Porém cada criança tem seu tempo necessário, tem seu próprio desenvolvimento e jamais pode ser comparado as outras crianças.

Esse tempo pode ser respeitado.

Algumas patologias podem provocar atraso no desenvolvimento motor de uma criança, como síndromes, degenerações musculares, doenças do sistema nervoso, doenças bacterianas ou viróticas, ou por ação medicamentosa como quimioterapia ou radioterapia.

E quando não há nenhuma patologia? O que fazer?

Normalmente os médicos dão um alerta as mães e é nessas horas que entra em ação a fisioterapia.
Nem sempre a fisioterapia é voltada para reabilitação de doenças.

A reabilitação neurológica possui como principal objetivo a função. A criança não desenvolve e o meu trabalho é fazer com que ela desenvolva, cresca, estimulando e respeitando cada etapa do seu crescimento, mostrando a elas e aos pais que podem ir cada vez mais longe.

Abraços

Dra. Paula Rosane
Fisioterapeuta especialista em
Reabilitação Neurológica,
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Fisioterapia Dermatofuncional

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Minha barriga não esta legal depois do parto…

Me deparo com essa frase toda semana: Dra. Paula, meu bebê nasceu e olha a situação da minha barriga?!
O que mais me dói são os olhares lançados para o próprio corpo e nem sei te descrever… É importante que a mulher não sofra pelas mudanças que o pós-parto possivelmente trará ao corpo, elas aconteceram por um motivo grandioso, seu bebê nasceu, agora é bola pra frente, vamos mudar a situação, não para outros, mas para que você se sinta melhor.
Precisamos exercitar a Auto-estima diariamente, como também, a busca por qualidade de vida precisa ser constante.

Eu sou fisioterapeuta Dermatofuncional, especialista na área estética. Cuido de beleza desde os meus 18 anos e já passei da casinha dos 30, ou seja, há mais de anos 15 recebo mulheres no meu consultório que tem pavor de cirurgia plástica e me procuram para melhorar a estética abdominal, tanto pré como também pós parto. Mas o problema não está no pós-parto, e sim no pré-parto e durante a gestação.

Se você descobriu agora uma gravidez, lhe direi tudo fará para amenizar grandes mudanças no corpo pós-parto!
O primeiro item fundamental é: VOCÊ NÃO PRECISA COMER PRA DOIS!! Esse pensamento é antigo… Você deverá engordar de acordo com os cálculos de IMC (índice de massa corporal) dados pelo seu obstetra.
Se você pensa em ser mamãe e está acima do peso, tente mudar essa história antes da gestação, busque qualidade na sua alimentação e diminua a quantidade agora. Procure ajuda de um nutricionista, endócrino e especialistas na área de reeducação alimentar e qualidade de vida.
Uma vez que você aprender a se alimentar corretamente, nunca mais esquecerá.
Futuras mamães (e eu me incluo nisso), você precisa entender que sua alimentação e o ganho de peso do seu bebê precisam ser da forma mais saudável possível!

Ok Dra. Paula, eu vou comer direito, mas atividade física nem pensar…
Eu já ouvi isso e quase dei um mini-infarto! Sim sim, exercício físico sim, mesmo que seja uma caminhada diária de até 30 min. Claro que o ideal é ter um personal do seu lado, mas se depois de exames, seu coração estiver ok, não houver alteraçōes no hemograma completo e nem restrições obstétricas, manda bala! Faça exercícios físicos e se você já está grávida, aposte no Pilates.
Aaaaaaaaa o pilates… Ele corrige sua postura, e já fortalece seu abdômen.
Faça antes de engravidar , durante e depois.
É o único exercício que fortalece os músculos mais rápido que a musculação e vai deixar sua parede abdominal, que será distendida na gestação, mais firme após o parto!
Faça hidroginástica e também RPG (reeducação postural global). Tudo isso irá ajudar caso opte pelo parto normal e também em uma boa recuperação do parto cesáreo. E o mais importante: seu abdome vai voltar ao normal mais rápido.

Como Fisioterapeuta Dermatofuncional cuido de gestantes com drenagem linfática e terapia para redução de gordura localizada, com tratamentos específicos para antes, durante e depois da gestação!
Claro mamães que tudo tem sua exceção…
Você só poderá fazer os tratamentos indicados aqui depois de uma boa avaliação médica, isso porque algumas gestações passam por grandes turbulências.
Minha função é diminuir a quantidade de gordura abdominal local naquela barriguinha abaixo do umbigo.
A Dermatofuncional pode oferecer inúmeros recursos saudáveis, com leves restrições, e não invasivos, ou seja, não cirúrgicos.
Temos a Criolipólise, Lipocavitação, Radiofrequência, Criofrequência, Carboxiterapia, Hidrolipo não aspirativa, Estimulação Russa…
Porém, somente com uma avaliar traçarei o melhor procedimento pra você!

Tá, você não pôde ou não conseguiu tomar os cuidados indicados aqui para uma gestação mais saudável, e agora?
Respire, ainda dá tempo de você se cuidar. Vamos ter foco!
Poderemos iniciar tratamentos para uma rápida melhora no abdômen, porem meu trabalho depende da sua disciplina, foco e força de vontade… Sendo assim, poderei te poupar de entrar em um Centro Cirúrgico (a maternidade lhe trará esse medo) e consequentemente pouparemos seu bolso!

Citarei alguns exemplos:
Caso 1

A reclamação era a barriguinha ao redor do umbigo após quase 1 ano de pós-parto. Com 2 meses de procedimento, houve melhora na cintura, na gordurinha ao redor umbigo e melhora da diástase (abertura do músculo reto na parede anterior do abdômen, formando uma separação considerável entre o lado direito e esquerdo) depois de 2 gestações. A parede abdominal abriu muito, mas conseguimos melhorar a situação!

Numa visão lateral ficou ainda melhor!

Caso 2

Um ano após o parto, essa paciente veio até mim com extrema insatisfação e medo de enfrentar um centro cirúrgico.

Entramos com um trabalho dermatofuncional, mudamos hábitos e após de 3 meses de procedimento, ela já se sentia satisfeita.

São inúmeros exemplos a serem mostrados. O trabalho da Fisioterapia Dermatofuncional depende, claro, de um bom profissional e também da força de vontade da paciente.

Gestantes precisam buscar por qualidade de vida. Dieta balanceada e exercícios físicos exige foco, determinação, perseverança.

É possível ter um corpo bonito e saudável após o parto, mesmo com poucos recursos financeiros.

E o principal: Tenha amor próprio!

 

Você também irá gostar do post sobre Estrias na Gestação, clique no Link: Como prevenir estrias na gestação!

 

A disposição;

 

Dra. Paula Rosane Lima,

Fisioterapeuta especialista em 

Reabilitação Neurológica, 

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Fisioterapia Dermatofuncional

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Manchas brancas na pele do meu bebê?

Este ano tive o prazer de atender uma menina linda de olhos azuis com pouco menos de 1 e 6 meses. A mãe relatava que a filha portava a Hipomelanose de Ito e estava com atraso mental e motor. Na avaliação percebi que as alterações eram pequenas.

Nessa idade a “Cat” estava arrastando e era bem pequenininha. E a única alteração que vi no corpinho era o cabelo bem ralinho, ora cacheado, ora liso, um dentinho em lança e manchas brancas pelo corpo.

O sonho da mãe era ver a pequena andar. O sonho do pai era vê-la em pé no bercinho.

Eu tinha um desafio! E conseguimos essa façanha com pouco mais de 3 meses de fisioterapia! Sim, meu papel foi fundamental para que o desenvolvimento da Cat acontecesse. Nesse caso, entrei com fisioterapia neurológica para desenvolver o quadro motor que, segundo o diagnóstico médico, estava em atraso.

Quando iniciei a reabilitação neurológica, a Cat só arrastava. Os estímulos foram dados para que ela ficasse em pé no bercinho, saísse “de sentada para de pé”, ficasse em pé com equilíbrio e tivesse inciativa para iniciar a marcha… Por fim ela começou a andar! Vivaaa!!

Cada uma dessas vitórias era comemorada com palmas, banana (foi uma grande aliada) e muitos parabéns! Dia a dia o tratamento mostrava respostas, às vezes havia muito choro, sono, mas ganhei o amor de uma menininha que venceu um diagnóstico triste. Quando dei alta para Cat, ela corria e andava, estava quase falando, brincava de boneca e amava brincar no quartinho. Lembro-me da mãe mandar vídeos de como ela estava sapeca e esperta!

Foi uma vitória!! E isso tudo antes dos 2 anos!!

A Cat foi agraciada, as alterações eram pequenas e a mãe ainda tem uma postura muito organizada com a vida médica da filha. Ela come muito bem, viaja, e não existiram episódios repetidos de pneumonia nem bronquite. Uma geneticista relatou uma pequena alteração nas mãos que eu não havia notado.

A Cat é uma guerreira e a mãe não se abateu com um diagnóstico triste! Estão vencendo e você também pode vencer qualquer alteração que esteja visualizando na sua criança. Conte com sua garra, otimismo e perseverança! Dias ruins existem pra nos mostrar o quanto somos capazes…

Vamos conhecer um pouquinho dessa síndrome?

A Hipomelanose de Ito (HI) são “manchas brancas” na pele da criança na forma de caracol, linha ou listras, tabuleiro de damas, ou até mesmo se parecendo com coqueiros, ou pedra de mármore, vista nos troncos e membros, em um lado ou nos dois lados dessas regiões e pode ser a causa de alterações extracutâneas no Sistema Nervoso Central (SNC), anormalidades nos olhos, dentes, malformações urológicas e genitais, no sistema musculoesquelético. Recentemente foi descoberto que a doença pode trazer problemas cardíacos.

A síndrome se apresenta ao nascer, no período neonatal ou nos primeiros meses de vida. De provável herança autossômica dominante, também chamada de Incontinência Pigmentar Acromiante, ou Mosaicismo pigmentar tipo Ito, são lesões de pigmentação clara e isso acontece porque o número de melanócitos (células responsáveis pela produção da cor da pele) na epiderme pode estar normal ou diminuído.

 

 

 

Foi descoberta e descrita por Ito no Japão, em 1952, e em 1973 por Jelinek e outros colegas. Pode estar relacionada a alterações cromossômicas ou mosaicismo em um único gene (alterações no cromossomo 10).

E uma síndrome rara e pouco conhecida.

Um exame detalhado das células da pele mostram a ausência de melanina (células responsáveis pela cor e proteção da pele) e de melanócitos em áreas focais da epiderme.

Houve um caso em Nova Iguaçu-RJ, de uma menina de 3 anos que foi levada ao atendimento dermatológico e a mãe queixava de “pele manchada” desde o nascimento. Foram feitos vários tratamentos sem melhora, mas na história médica da criança, algumas internações aconteceram por infecção na pele e bronquite. No exame, observaram-se máculas hipocrômicas em faixa lineares e simétricas.

São necessárias avaliações neurológica, cardiológica, oftalmológica, musculoesquelética e odontológica.

Vamos ficar atentos aos exames principais e também aos problemas que podem acontecer com a criança.

Nas alterações dentárias um dente ou outro pode ficar pontiagudo (cúspide), além de problemas no esmalte e dentes mal espaçados. Quando a ponta do dente incisivo se parece uma lança juntamente com outros sintomas pode ser sugestão de HI, por alguns estudiosos.

Observe bem as alterações neurológicas mamães: retardo mental e convulsões são os mais comuns alem de alterações no tônus muscular e distúrbios de marcha. Na ressonância magnética, o especialista pode verificar atrofia cerebral ou cerebelar, anormalidades de migração neuronal, entre outros.

Há ainda, alterações oftálmicas como estrabismo, nistagmo, hipoplasia do nervo óptico, hipopigmentação da íris e anomalias nas pálpebras.

Em casos graves acontece a macrocefalia, tetralogia de Fallot (combinação de 4 problemas cardíacos no bebê), defeito no septo atrial, hérnia umbilical e inguinal, escoliose, duplicação uretral e alopecia e também pneumonias repetitivas.

Tem tratamento?
Há tratamento sim, (não a cura) mas de acordo com as alterações provocadas em cada criança. Para cada sintoma ou sequela, um especialista será acionado. A ação primária deve ser do pediatra e do neuropediatra para uma investigação, caso haja dúvida no diagnóstico. Os especialistas farão o encaminhamento necessário para cada alteração detectada.

A mãe da Cat buscou também uma geneticista, para saber se o próximo filho poderia ter o mesmo problema!

O papel da fisioterapia, além de inibir a pneumonia, também será reabilitar o quadro pulmonar, cardíaco e motor. Pode ser necessária uma equipe multidisciplinar (psicólogo, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional) além do fisioterapeuta e dos médicos, isso nos casos mais graves.

Uma boa avaliação médica e fisioterapêutica pode gerar excelentes resultados na criança!

Grande beijo e até a próxima semana!

Dra. Paula Rosane Lima,
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Estrias, tão bom se fossem ex-trias!

Este é o sonho de toda mulher, se livrar dessas marcas que mais se parecem cicatrizes em regiões como glúteos, coxas, braços, abdômen, costas e seios, e que muitas vezes, principalmente durante a gestação ou no pós parto levam a mulher problemas como depressão e baixa auto estima, pois prejudicam esteticamente.

E porque as estrias aparecem?

As estrias acontecem devido um bombardeamento de células de defesa nas fibras de elastina, quebrando a elastina, fazendo com que a pele perca elasticidade e força de tensão, assim ela afina e se torna uma lesão permanente, muito semelhante a uma cicatriz.

Sua cor varia de acordo com sua evolução: as avermelhadas ou róseas como são inicias, ainda estão em processo de inflamação; as atróficas, já tem um formato de cicatriz e as nacaradas, como já tiveram as fibras rompidas, são as mais velhas.

Elas acontecem na gestação por estiramento da pele, por excesso de gordura depositada em regiões como coxas, articulação dos braços e seios,ou por excesso de ingestão de suplementos ou hormônios. É comum também na obesidade ou durante a puberdade em decorrência ao crescimento acelerado.

É importante alguns cuidados, principalmente durante o período da gestação, sendo que os cuidados devem ser iniciados mesmo antes da barriga aparecer! Algumas dicas para evitar estrias na gestação:

  1. Não engordar muito ou muito rápido e manter uma alimentação saudável;
  2. Massagear o corpo constantemente, diariamente, durante toda gestação, com cremes ou óleos hidratantes em todo o corpo para melhorar a elasticidade da pele;
  3. Use sutiã! Manterá os seios firmes e ajudará na elasticidade da pele. Procure um sutiã confortável para que seja usado durante a gestação.

A estria é uma lesão irreversível! A Fisioterapia Dermatofuncional busca minimizar o aspecto de “cicatriz”, melhorando o visual da região afetada. Os tratamentos oferecidos na fisioterapia são:

  • Eletrolifting: Nesse tratamento buscamos melhorar o tônus da pele, restaurando as fibras de colágeno e a produção de elastina. É um ecxelente tratamento e melhora bastante o visual da região, mas possui contra indicações, então faça uma anamnese com o profissional antes de realizar o procedimento.
  • Microdermoabrasão: Nesse tratamento é feito uma descamação na epiderme e derme superficial. Feito por microcristais ou lixa dermoabrasiva com ponteiras de diamantes, o tratamento estimulara  a regeneração da estria por inflamação e assim terá uma melhora na síntese de colágeno e elastina na pele.
  • Radiofrequência: É uma corrente elétrica que gera calor atingindo profundamente a pele, oxigenando, nutrindo, e formando um novo colágeno. Esse tratamento oferece riscos relacionados a possibilidade de queimadura da pele pelo mau uso do aparelho, portanto procure um profissional para realizar o procedimento.
  • Carboxiterapia: Nesse tratamento é feita uma injeção de gás carbônico na estria provocando um trauma, oxigenando a pele e assim estimulará a circulação a formação de colágeno e de novas fibras elásticas.
  • Micropuntura: Nesse procedimento é passado no espaço onde há estrias um pequeno rolo composto de microagulhas aplicadas na região de forma a estimular a rearquitetura da pele, aumentando a circulação sanguínea e o número de novos colágenos e elastinas, promovendo a melhora da estria.
  • Peeling Químico: Esse é um tipo de tratamento que é feito com aplicações de ácido sobre a pele, e assim, amenizar a parte danificada pelas estrias. Peles mais claras apresentam resultados satisfatórios nesse tratamento.

É muito provavelmente que as técnicas utilizadas pela Fisioterapia Dermatofuncional sejam associadas a uma resposta favorável para a melhora da estética de nosso corpo, visto que todo tratamento amenizara as temíveis estrias. As respostas com os tratamentos são sempre positivas.

Os tratamentos são contra indicados em peles com fissuras abertas, gestação e lactentes.

A disposição para maiores esclarecimentos!

Dra. Paula Rosane R. Lima

Fisioterapeuta Dermatofuncional, Neurofuncional e Cardiopulmonar

Email.: [email protected]
Tel: (62)-99197756

Facebook: Ft Paula Rosane Lima

Instagram: @ftpaularosanelima

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